bananeiras de moreré nº 1
Primeira ilustração da série Bananeiras de Moreré, a composição densa reúne folhas de bananeira em movimento ao vento, que se sobrepõem e se mesclam. Criada com bico de pena para caligrafia sobre papel envelhecido ao longo de mais de 20 anos, incorpora as marcas do tempo e os comportamentos imprevisíveis dos materiais não convencionais para a técnica. O fluxo irregular da tinta, as manchas e as diferentes absorções do papel criam tensões entre controle e acaso, fazendo com que o trabalho transite entre linha e mancha, desenho e pintura.
bananeiras de moreré nº 2
Segunda ilustração da série Bananeiras de Moreré, a composição limpa evidencia o movimento das folhas de bananeira ao vento. Criada com bico de pena para caligrafia sobre papel envelhecido ao longo de mais de 20 anos, incorpora as marcas do tempo e os comportamentos imprevisíveis dos materiais não convencionais para a técnica. O fluxo irregular da tinta, as manchas e as diferentes absorções do papel criam tensões entre controle e acaso, fazendo com que o trabalho transite entre linha e mancha, desenho e pintura.
bananeiras de moreré nº 3
Terceira ilustração da série Bananeiras de Moreré, a composição lateral traz o movimento e a sobreposição das folhas de forma inusitada. Criada com bico de pena para caligrafia sobre papel envelhecido ao longo de mais de 20 anos, incorpora as marcas do tempo e os comportamentos imprevisíveis dos materiais não convencionais para a técnica. O fluxo irregular da tinta, as manchas e as diferentes absorções do papel criam tensões entre controle e acaso, fazendo com que o trabalho transite entre linha e mancha, desenho e pintura.
bananeiras de moreré nº 4
Quarta ilustração da série Bananeiras de Moreré, a composição limpa, de verticalidade marcada, destaca a imponência das folhas. Criada com bico de pena para caligrafia sobre papel envelhecido ao longo de mais de 20 anos, incorpora as marcas do tempo e os comportamentos imprevisíveis dos materiais não convencionais para a técnica. O fluxo irregular da tinta, as manchas e as diferentes absorções do papel criam tensões entre controle e acaso, fazendo com que o trabalho transite entre linha e mancha, desenho e pintura.
bananeiras de moreré nº 5
Quinta ilustração da série Bananeiras de Moreré, a exuberância e o movimento das folhas de bananeira ao vento envolvem e destacam o cacho de bananas. Criada com bico de pena para caligrafia sobre papel envelhecido ao longo de mais de 20 anos, incorpora as marcas do tempo e os comportamentos imprevisíveis dos materiais não convencionais para a técnica. O fluxo irregular da tinta, as manchas e as diferentes absorções do papel criam tensões entre controle e acaso, fazendo com que o trabalho transite entre linha e mancha, desenho e pintura.
bananeiras de moreré nº 6
Sexta ilustração da série Bananeiras de Moreré, a composição fluida traduz a leveza e o movimento das folhas ao vento. Criada com bico de pena para caligrafia sobre papel envelhecido ao longo de mais de 20 anos, incorpora as marcas do tempo e os comportamentos imprevisíveis dos materiais não convencionais para a técnica. O fluxo irregular da tinta, as manchas e as diferentes absorções do papel criam tensões entre controle e acaso, fazendo com que o trabalho transite entre linha e mancha, desenho e pintura.
bananeiras de moreré nº 7
Sétima ilustração da série Bananeiras de Moreré, o movimento dinâmico, marcado pela força do vento, cria sobreposições e cruzamentos entre as folhas. Criada com bico de pena para caligrafia sobre papel envelhecido ao longo de mais de 20 anos, incorpora as marcas do tempo e os comportamentos imprevisíveis dos materiais não convencionais para a técnica. O fluxo irregular da tinta, as manchas e as diferentes absorções do papel criam tensões entre controle e acaso, fazendo com que o trabalho transite entre linha e mancha, desenho e pintura.
bananeiras de moreré nº 8
Oitava ilustração da série Bananeiras de Moreré, a composição fluida retrata a leveza e o movimento das folhas ao vento. Criada com bico de pena para caligrafia sobre papel envelhecido ao longo de mais de 20 anos, incorpora as marcas do tempo e os comportamentos imprevisíveis dos materiais não convencionais para a técnica. O fluxo irregular da tinta, as manchas e as diferentes absorções do papel criam tensões entre controle e acaso, fazendo com que o trabalho transite entre linha e mancha, desenho e pintura.
bananeiras de moreré nº 9
Nona ilustração da série Bananeiras de Moreré, a composição destaca o equilíbrio entre o peso do cacho de bananas como elemento central e a leveza das folhas em movimento ao vento. Criada com bico de pena para caligrafia sobre papel envelhecido ao longo de mais de 20 anos, incorpora as marcas do tempo e os comportamentos imprevisíveis dos materiais não convencionais para a técnica. O fluxo irregular da tinta, as manchas e as diferentes absorções do papel criam tensões entre controle e acaso, fazendo com que o trabalho transite entre linha e mancha, desenho e pintura.
bananeiras de moreré nº 10
A décima ilustração fecha a série Bananeiras de Moreré, o movimento e o cruzamento diagonal das folhas geram uma composição inusitada, menos figurativa e descritiva, que caminha em direção à desconstrução dos elementos. Criada com bico de pena para caligrafia sobre papel envelhecido ao longo de mais de 20 anos, incorpora as marcas do tempo e os comportamentos imprevisíveis dos materiais não convencionais para a técnica. O fluxo irregular da tinta, as manchas e as diferentes absorções do papel criam tensões entre controle e acaso, fazendo com que o trabalho transite entre linha e mancha, desenho e pintura.